segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Quando alguem morre, alguem nasce.
Quando alguem respira, alguem suspira.
Quando alguem sai, alguem entra.
São fatos e fotos, são música e voz, são coração e verdade.
Moda e se vestir bem, qual você escolhe?
Todos gritam por você, mais de jeito nenhum querem você perto deles.
Eu não posso te salvar e nem te dizer como sair dessa, se entrou sozinha concerteza saira sozinha.
Suas palavras me irritam, sua falsidade me deixa enjoado, mais eu não posso fazer nada, apenas por te aturar por algum tempo, pois em breve você caira em um buraco profundo cujo o nome é solidão...

semmas.

Chega um dia em que todas as descobrimos por nós mesmos que, uma vez que temos as palavras para dizer, não há ninguém para contar eu sei porque você está fugindo. Há um lugar onde nada parece ser uma simples noite de amor fácil é toda sua mente, toda sua mente algo pequeno não deveria se sentir desta forma, temos um milhão de coisas que não podemos reclamar é toda a sua vida, toda a sua vida! São quatro da manhã, você tem mais uma chance de morrer como belas histórias, o melhor capitulo passou por nós chega um dia em que todos nós descobrimos por nós mesmos que, uma vez que temos as palavras para dizer, não há ninguém para dizer eu sei porque você está fugindo.

Avenged Sevenfold

Victor Shinoda (L)

Imagine nós dois, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntos. Não precisaríamos ser namorados, nem casados, nem nada disso. Apenas amigos. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós dois estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntos. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado de mais e a minha cama ser perfeita para nós dois. Eu teria medo do escuro, sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçados até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas um no outro e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçados, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de romance em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando coca e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria no meio da noite, para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntos. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntos, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós dois e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto você ia para seu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso. Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando , e você estaria no topo da carreira. E você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E seria uma linda história de amor.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O que a Psicologia diz sobre a homossexualidade?


Gente, nestes últimos dias andei fazendo pesquisas, em geral, sobre a homossexualidade pela internet. É de ficar pasmo lendo os comentários das pessoas citando que a homossexualidade é um 'desvio' , uma doença psicológica ou, ainda, um espírito demoniaco! Pasmaram!? rs. É certo que à alguns anos atrás (37, aproximadamente) a própria psicologia classificava a homossexualidade como 'desordem mental'. Fiquei pasma! Mas ainda bem que, na época, estudos foram realizados, mas não conseguiram provar que a homossexualidade é um distúrbio ou anormalidade, e sim uma orientação sexual normal. Foi um alívio para mim, pois, provavelmente, vou ser psicóloga! Então, de acordo com meus colegas, psicólogos, a homossexualidade resulta na convivência, ainda na fase da adolescência, do indivíduo; a relação com a família, com os amigos, em fim, com a sociedade. Mas, não significa que o mesmo siga a orientação sexual na fase adulta. Particurlamente,quero me aprofundar mais no assunto para dar uma opinião concreta. Em quanto isto, obviamente, estou com a teoria, aparentimente, certeira dos psicólogos!